Deixei-o livre.Não por odiá-lo,e sim para que seguisse um caminho que não coincide mais com o meu.O ser humano não consegue ir embora de fininho,precisa antes de um grande gesto que simbolize a ruptura.Talvez,para que quando olhe para trás,possua um marco exato indicando o fim.
Jéssica Vieira
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
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